Classificação GHS: o que são perigos físicos?

Frasco de produto químico com rótulo GHS

Sumário

Entenda como funciona a classificação GHS em relação aos perigos físicos, seus critérios técnicos e os impactos na FDS, rotulagem e conformidade regulatória.

Perigos físicos, no Sistema Globalmente Harmonizado (GHS), são propriedades intrínsecas de substâncias e misturas que podem ocasionar eventos como explosões, incêndios, reações violentas, liberação rápida de energia ou danos a materiais. Em geral, estão relacionados ao comportamento físico-químico do produto sob determinadas condições (calor, choque, atrito, umidade, contato com ar/água), o que demanda critérios objetivos e mensuráveis.

Diferentemente dos perigos à saúde humana ou ao meio ambiente, os perigos físicos têm foco na inflamabilidade, reatividade, estabilidade térmica e potencial de oxidação/corrosão. Essa distinção é essencial para a correta comunicação de perigo em FDS e rótulos GHS, e para não confundir critérios com aqueles aplicáveis ao transporte de produtos perigosos, que possuem escopo e abordagem próprios.

Qual a definição de perigos físicos na classificação GHS?

No GHS, cada classe de perigo físico é definida por uma descrição normativa e por critérios de classificação estruturados em categorias de severidade. As definições se apoiam em parâmetros técnico-metrológicos (por exemplo, ponto de fulgor, ponto de ebulição, taxa de queima, sensibilidade a choque/atrito, estabilidade térmica) e em métodos de ensaio harmonizados.

Essas definições servem como “porta de entrada” para a seleção dos elementos de comunicação (palavra de advertência, pictogramas, frases H e P) que comporão a Seção 2 da FDS e o rótulo. Portanto, entender a definição é um passo prévio para evitar inconsistências documentais, divergências entre documentos internos e a rotulagem no mercado e também possíveis acidentes no ambiente de trabalho.

Por que os perigos físicos exigem critérios técnicos específicos?

As manifestações de perigo físico podem variar significativamente com pequenas mudanças de composição, impurezas, solventes ou estabilizantes. Por isso, a avaliação deve ser baseada em dados primários confiáveis e em ensaios padronizados, quando aplicáveis, e não apenas em analogias com produtos similares.

Além disso, certos perigos (autorreatividade ou piroforicidade, por exemplo) têm comportamento fortemente dependente das condições de ensaio e do histórico térmico do material. Ou seja, os critérios técnicos específicos e protocolos de teste claros são indispensáveis para reduzir incertezas e assegurar que a classificação GHS esteja alinhada ao desempenho real do produto.

Estrutura da classificação de perigos físicos no GHS

A estrutura do GHS organiza os perigos em classes (tipo de perigo, como “Líquidos inflamáveis”, por exemplo) e, dentro das classes, há as categorias (graus de severidade que podem ir de 1 à 4, por exemplo). A lógica combina critérios qualitativos e quantitativos, vinculados a métodos de ensaio reconhecidos, garantindo comparabilidade entre fabricantes, países e setores.

A categorização é determinante para a comunicação de perigo: define quais pictogramas devem estar no rótulo, qual palavra de advertência (Perigo/Atenção) e quais frases H/P são obrigatórias. No Brasil, a ABNT NBR 14725 é a referência para aplicar essa estrutura na FDS e na rotulagem, harmonizando o GHS ao contexto nacional.

Classes de perigo físico previstas no GHS

Entre as classes típicas estão: explosivos; gases inflamáveis; aerossóis; “chemicals under pressure”/gases sob pressão; líquidos inflamáveis; sólidos inflamáveis; substâncias/misturas autorreativas; peróxidos orgânicos; substâncias pirofóricas e autoaquecíveis; substâncias que liberam gás inflamável em contato com água; oxidantes (líquidos e sólidos); e corrosivo para metais.

Cada classe possui fronteiras técnicas bem definidas, refletidas em protocolos de ensaio específicos. A correta identificação da classe é o primeiro filtro para direcionar os testes necessários, evitar retrabalho e garantir que a Seção 2 da FDS represente o real perfil de perigo físico do produto.

Categorias de perigo e critérios de classificação GHS

As categorias distinguem a severidade dentro de cada classe. Em líquidos inflamáveis, por exemplo, o ponto de fulgor e o ponto de ebulição guiam as categorias 1 a 4; em autorreativos e peróxidos orgânicos, a classificação em Tipos (A à G) deriva de ensaios de estabilidade térmica, sensibilidade e potência.

Os critérios de categorização resultam em requisitos objetivos de comunicação (pictogramas e frases H específicas). Assim, a categoria é o elo entre a propriedade mensurável do produto e a mensagem que chegará ao usuário por meio do rótulo e da FDS.

Galão de produto químico sinalizado e rotulado conforme classificação GHS. Fonte: Canva.

Principais classes de perigos físicos segundo o GHS

A diversidade de classes reflete a variedade de mecanismos físico-químicos que podem gerar eventos críticos. Produtos com aparente semelhança comercial podem diferir substancialmente em termos de ponto de fulgor, taxa de decomposição ou suscetibilidade a ignição espontânea, levando a categorias distintas. Vale ressaltar que replicar dados com base apenas em produtos semelhantes pode gerar informações imprecisas para o produto avaliado, resultando em inconformidades na FDS e na rotulagem, além de comprometer práticas seguras de manuseio.

Por essa razão, é essencial aplicar uma abordagem de avaliação por etapas no produto em questão: triagem documental, checagem de especificações, análise de dados existentes, definição de lacunas e, quando necessário, planejamento de ensaios para confirmação da classe e categoria.

Explosivos

Explosivos são substâncias, misturas ou artigos capazes de sofrer reação exotérmica extremamente rápida, produzindo gases e calor com efeitos de pressão. A classificação GHS considera divisões e tipos, apoiada em séries de testes padronizados para verificar detonação, deflagração e sensibilidade.

Na prática, muitos produtos da indústria química não são fornecidos como explosivos, mas podem conter impurezas, peróxidos formados in situ ou apresentar instabilidades que exijam avaliação de autorreatividade. O diagnóstico precoce reduz riscos de operação e de armazenagem.

Gases inflamáveis, aerossóis e gases sob pressão

Gases inflamáveis são aqueles que podem inflamar no ar a 20 °C e 101,3 kPa; já aerossóis e “chemicals under pressure” têm critérios próprios, combinando inflamabilidade do conteúdo, pressão interna e composição. Para gases sob pressão, o foco é o estado físico e a pressão de acondicionamento.

Essas classes demandam dados de inflamabilidade, limites de inflamabilidade e, em aerossóis, ensaios específicos de ignição e propagação de chama. O enquadramento correto evita a ausência indevida de pictogramas de chama ou cilindro de gás no rótulo.

Líquidos inflamáveis

A classificação é guiada principalmente pelo ponto de fulgor e, em alguns casos, pelo ponto de ebulição. Métodos como Pensky-Martens, Abel ou Tag são empregados conforme normas aceitas e faixa de medição.

A seleção do método deve considerar a matriz, a volatilidade e a precisão requerida. Laudos inconsistentes (método inadequado para o produto) podem deslocar a categoria e gerar inconformidade na Seção 2 da FDS.

Sólidos inflamáveis

São materiais capazes de inflamar por atrito, calor ou fontes de ignição e que queimam rapidamente. Os ensaios avaliam a velocidade de combustão e a facilidade de ignição sob condições padronizadas.

A presença de finos, umidade e aditivos anti aglomerantes pode alterar o comportamento de queima. Por isso, recomenda-se a amostragem representativa e controle do histórico de processamento antes do ensaio.

Substâncias e misturas autorreativas

Autorreativos têm tendência à decomposição fortemente exotérmica, sem necessidade de oxigênio. A classificação em Tipos (A à G) depende de ensaios como DSC, testes em recipiente fechado e provas de detonação/deflagração.

Produtos que exigem temperatura de controle/temperatura de emergência devem ter essas condições refletidas na FDS (Seções 7, 10 e 14) e na rotulagem, com medidas de armazenamento e transporte compatíveis com a estabilidade térmica.

Substâncias pirofóricas e autoaquecíveis

Substâncias pirofóricas podem inflamar espontaneamente ao contato com o ar; autoaquecíveis aumentam de temperatura em contato com o ar sem aporte externo, podendo atingir ignição. Ambas requerem ensaios de ignição espontânea e avaliação do comportamento em pilhas.

Esses perigos são sensíveis à granulometria, umidade e histórico de armazenamento. A gestão de risco deve incluir controle de atmosfera inerte (quando aplicável) e embalagens adequadas.

Substâncias que, em contato com a água, liberam gases inflamáveis

Reagem com água liberando gases inflamáveis, frequentemente hidrogênio. O critério usa a taxa de liberação de gás por unidade de tempo em condições de ensaio padronizadas.

Operacionalmente, medidas de segregação (longe de umidade) e informações claras na FDS/rotulagem são essenciais para manuseio e resposta a emergências.

Oxidantes (líquidos e sólidos)

Os oxidantes não são necessariamente combustíveis, mas podem causar ou contribuir para a combustão de outros materiais. Os ensaios comparativos avaliam a capacidade de fornecer oxigênio ou intensificar a combustão.

A presença de oxidantes em misturas exige atenção redobrada a compatibilidades químicas e segregação de armazenagem, refletidas na Seção 7 (manuseio/armazenamento) e na Seção 10 (estabilidade/reatividade) da FDS.

Peróxidos orgânicos

São termicamente instáveis e podem sofrer decomposição exotérmica. A classificação por Tipos (A à G) decorre de ensaios que avaliam potência explosiva, necessidade de temperatura de controle e sensibilidade.

Em operações, requerem cadeia fria, estabilizantes e embalagens compatíveis. Essas condições devem estar descritas de forma inequívoca na FDS e no rótulo.

Corrosivo para metais

Consiste em materiais que atacam quimicamente metais com taxa de corrosão acima de limiares padronizados (geralmente em aço e alumínio). O critério é metrológico e demanda ensaio sob condições controladas.

A classificação como corrosivo para metais não implica, automaticamente, corrosividade cutânea; são classes distintas. A FDS deve refletir essa independência, evitando extrapolações indevidas entre perigos físicos e à saúde.

Ensaios, dados técnicos e fontes de informação

A robustez da classificação GHS depende de dados quantitativos: laudos de ponto de fulgor, limites de inflamabilidade, estabilidade térmica, taxas de decomposição e resultados de testes ONU (quando aplicáveis). Quanto mais completo o dossiê, menor o risco de revisões e não conformidades.

Fontes típicas incluem relatórios de fornecedores, literatura validada, bases regulatórias, laudos de laboratório e publicações técnicas. Em ausência de dados, planeje ensaios críticos priorizando os produtos com maior risco operacional ou incerteza técnica. Se for necessário atualizar documentos, veja o artigo atualização de FISPQ para FDS.

Profissionais em laboratório realizam análises técnicas com microscópio, seguindo protocolos de segurança, controle de qualidade e conformidade regulatória

Profissionais em laboratório realizam análises técnicas. Fonte: Canva.

Ensaios físicos e físico-químicos exigidos

Para inflamáveis, selecione o método de ponto de fulgor compatível com a matriz e a faixa de medição; para autorreativos e peróxidos, aplique as séries de testes (e.g., DSC, detonação/deflagração) conforme protocolos ONU; para oxidantes, adote ensaios comparativos padronizados; para corrosivo a metais, determine taxa de corrosão em materiais de referência.

Documente meticulosamente o método, condições de ensaio, incerteza e rastreabilidade metrológica. Esses elementos são de extrema importância, pois justificam a categoria e servem de evidência em auditorias e fiscalizações.

Uso de dados de ingredientes versus produto formulado

Quando se tratar de uma mistura, dados de ingredientes podem orientar, mas o comportamento do formulado pode divergir. Sempre que possível, priorize dados diretos do produto para confirmação da classe/categoria.

Se optar por extrapolação, descreva a base técnica (percentuais, propriedades críticas) e registre as incertezas. Em caso de dúvidas relevantes, programe o ensaio do produto formulado.

Relação entre classificação GHS para perigos físicos, FDS e rotulagem

A classificação de perigos físicos alimenta a Seção 2 da FDS e define os elementos do rótulo GHS: pictogramas, palavras de advertência e frases H/P. A coerência entre Seção 2 e demais seções (5, 7, 9, 10 e 14) é chave para um documento tecnicamente sólido.

Além disso, a rotulagem no ponto de uso deve refletir a mesma decisão de classe/categoria. Divergências entre FDS e rótulo comprometem a conformidade e a credibilidade do sistema de gestão.

Impacto da classificação na Seção 2 da FDS

A Seção 2 lista as classes e categorias, pictogramas e frases H/P. Mudanças de categoria (por novos dados ou revisão normativa) exigem atualização imediata dessa seção e verificação de impactos correlatos nas Seções 7 (armazenamento), 10 (estabilidade/reatividade) e 14 (transporte).

Para perigos que demandam temperatura de controle ou segregação específica, reforce as condições operacionais nas seções pertinentes, evitando contradições com a comunicação da Seção 2. Consulte nosso conteúdo sobre gestão de produtos químicos para boas práticas.

Reflexos na rotulagem GHS e no transporte de produtos perigosos

O GHS (produto/uso) e os Regulamentos de Transporte têm objetivos distintos. A classificação GHS não substitui o enquadramento para transporte (número ONU, classe/risco, grupo de embalagem). Harmonize as duas visões, mas evite transpor critérios sem validação.

Na prática, inclua na FDS (Seção 14) o enquadramento de transporte quando aplicável e assegure que o rótulo de produto não reproduza indevidamente marcações específicas de transporte.

Erros comuns na classificação de perigos físicos

Copiar e colar classificações de SDS estrangeiras sem verificar critérios, método de ensaio e versão do GHS é um dos erros mais frequentes. Isso tende a gerar pictogramas inadequados, frases incompatíveis e inconsistências com a ABNT NBR 14725, pois muitos critérios são diferentes no Brasil quando comparados à outros países.

Outro erro recorrente é omitir dados quantitativos ou utilizar laudos obsoletos. Sem base metrológica atualizada, a classificação tende a superestimar a categoria (maiores custos e restrições) ou subestimar (maior risco operacional e regulatório).

Classificação baseada apenas em SDS (MSDS) estrangeira

As SDS de outros países refletem versões do GHS e adaptações locais diferentes. Antes de adotar, verifique critérios, métodos e notas específicas. Quando houver lacuna, complemente com ensaios ou dados do fornecedor em conformidade com a norma vigente no Brasil.

Padronize ainda a terminologia e a estrutura de comunicação para a língua portuguesa e para os requisitos formais da  ABNT NBR 14725, garantindo equivalência técnica e documental.

Ausência de dados quantitativos ou ensaios adequados

Sem dados primários de boa qualidade, a classificação perde rastreabilidade. Programe ensaios críticos (ponto de fulgor, estabilidade térmica, testes ONU, taxa de corrosão) e exija dos fornecedores certificados com método declarado.

Implemente um processo de revisão técnica que valide se o método é adequado ao produto e à faixa esperada; laudos com método incompatível podem deslocar a categoria e comprometer a conformidade.

Confusão entre critérios GHS e critérios de transporte (ONU)

Misturar os critérios leva a rótulos equivocados e a documentos de transporte inconsistentes. O GHS trata de comunicação ao usuário; o transporte trata de segurança logística e embalagem sob regulamentos próprios.

A solução é gerenciar as duas visões em paralelo, com responsáveis e checklists específicos, conciliando-as na FDS (Seção 14) sem sobreposição de critérios.

Atualização da classificação conforme versões do GHS e normas locais

O Purple Book é revisado periodicamente, introduzindo novas notas, ajustes de critérios e, por vezes, novas classes/definições. Essas mudanças impactam diretamente a seleção de pictogramas, frases H/P e a estrutura da FDS.

No Brasil, atualizações e corrigendas da ABNT NBR 14725 devem ser monitoradas e incorporadas aos documentos regulatórios internos. Uma rotina de revisão programada previne descompassos com auditorias e clientes.

Versões do GHS adotadas no Brasil (ABNT NBR 14725)

A ABNT NBR 14725 internaliza a aplicação do GHS para classificação, FDS e rotulagem. Consulte a versão vigente e suas corrigendas no catálogo oficial e registre, em seus procedimentos internos, a referência normativa aplicada (nº da norma, ano/edição/corrigenda).

Em caso de mudanças relevantes (por exemplo aerossóis, “chemicals under pressure”, notas técnicas), planeje reclassificação e atualização de FDS/rótulos com comunicação formal às partes interessadas.

Quando revisar a classificação de perigos físicos

Revise a qualquer tempo quando houver: (i) nova versão do Purple Book ou da NBR 14725; (ii) alteração de formulação/processo; (iii) novos dados de ensaio/fornecedor; (iv) incidentes operacionais; (v) não conformidades detectadas em auditorias ou reclamações de clientes.

Defina um ciclo de revisão (por exemplo, anual) e um gatilho de revisão extraordinária para mudanças críticas, registrando decisões e justificativas técnicas. Em atualizações, siga as orientações do artigo atualização de FISPQ para FDS.

Como a Sudeste Online apoia a correta classificação GHS para perigos físicos?

A Sudeste Online oferece serviços integrados de avaliação técnica, classificação GHS, elaboração e revisão de FDS e rótulos em conformidade com a ABNT NBR 14725. Nosso processo foca na rastreabilidade dos dados, coerência entre decisões de classe/categoria e a comunicação de perigo.

Combinamos análise documental, revisão crítica de laudos, identificação de lacunas e, quando necessário, recomendação/gestão de ensaios. O resultado é uma documentação robusta, pronta para auditorias e para aplicação em chão de fábrica e cadeia de suprimentos.

Avaliação técnica e revisão de classificação GHS

Executamos a revisão sistemática de dados físico-químicos, avaliamos a adequação dos métodos de ensaio, checamos a versão normativa aplicada e emitimos parecer técnico com fundamentação e trilha de auditoria.

Quando pertinente, sugerimos ajustes de categoria, inclusão/remoção de pictogramas e atualização de frases H/P, sempre vinculando cada decisão às evidências técnicas. Em cenários complexos, apoiamos a integração com INSQ / inventário de substâncias.

Elaboração e atualização de FDS e rótulos GHS

Desenvolvemos FDS (Seções 1 à 16) e rótulos em português, aderentes à NBR 14725 e à terminologia GHS, garantindo consistência entre Seção 2 (identificação de perigos), medidas de prevenção/resposta e informações de transporte (Seção 14).

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Conclusão

A classificação de perigos físicos é o alicerce da comunicação de riscos no GHS. Baseada em dados e ensaios padronizados, ela direciona os elementos do rótulo, estrutura a Seção 2 da FDS e orienta medidas de controle nas operações.

Manter as classificações atualizadas, com processos de revisão, documentação de evidências e governança normativa, reduz riscos técnicos, jurídicos e reputacionais, além de fortalecer a confiança na comunicação com clientes e autoridades.

Roberta Jorge

Graduanda em Biomedicina e Especialista de Assuntos Regulatórios

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